•     Life is eternal, it is everywhere. The fluids also exist infinitely and eternally.
        We bathe in life and in the fluids like a fish in water.
        The fluids follow one another and are more and more ethereal; they are distinguished by love. Wherever love exists, there is life, because without life love has no raison d'être.
        If suffices that two fluids be in contact by a certain degree of solar warmth in order that their two seeds of life be disposed to enter into contact.
        It is that that life creates an individuality and becomes active.

    traduction issue de
    René Guénon, The Spiritist Fallacy
    source : Google Books


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  •     I am going to tell you how you must understand the divine laws and how they can act upon us.
        You know that it is recognized that life is everywhere; if a void existed, nothingness would also have its raison d'être.
        Something I can also affirm is that love exists everywhere; and just as there is love, there is also intelligence and conscience. Intelligence and conscience, united, constitute a unity, the great mystery - God.
        In order to make you understand what the laws are, I must return to what I have already said concerning fluids: as many exist as there are thoughts. We have the faculty to manage them and to establish laws for them by means of thought, according to our desire to act. Those which we impose on our fellows, are likewise imposed on us. Such are the laws of the interior, ordinarily called the laws of God.
        As te exterior laws, called laws of nature, ther are the instinct of live which manifests itself in matter, clothing itself in all nuances, taking numerous and incalculable forms according to the nature of the seed of the ambient fluids.
        This is the way of everything; everything has its instinct; even the stars which hover in infinite space are directed by the contact of fluids and instindtively follow their orbit.
        If God had established laws for going to Him, they would be an obstacle to our free will; whether they were relative or absolute, they would be obligatory, for we could not dispense with them in order to attain our end. But God leaves to each person the faculty of establishing his laws according to necessity; this is yet another proof of His love.
        Every law must be based on conscience. Do not say 'laws of God', therefore, but rather 'laws of conscience'.
        This revelation comes from the very principles of love, from that love which overflows from every direction, which is found at the centers of the stars as well as in the depths of the oceans, from that love the perfume of which is manifested everywhere, wich nourishes all the kingdoms of nature and which maintains equilibrium and harmony throughout the universe.

    traduction issue de
    René Guénon, The Spiritist Fallacy
    source : Google Books


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  • Die AURA des GEWISSENS

    Ein einziges Mittel kann die Menschheit heilen: DIE GLÄUBIGKEIT.
    Aus der Gläubigkeit kommt die Liebe. Die Liebe, die uns in unseren Feinden Gott selbst zeigt.
    Wenn wir unsere Feinde nicht lieben, lieben wir Gott nicht.
    Denn es ist die Liebe die wir für unsere Feinde haben, die uns würdig macht ihm zu dienen.
    Es ist die einzige Liebe, die uns wirklich lieben lässt.
    Denn sie ist rein und voll Wahrheit.


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  •  Oração

    Um só remédio pode curar a humanidade.
    A Fé. A fé que nasce do amor.
    O amor que nos mostra no nosso inimigo o próprio Deus.
    Não amar aos nossos inimigos é não amar a Deus.
    Porque é o único amor que nos torna dignos de servi-lo.
    Porque é puro e de verdade.

    source : http://antoinismo.blogspot.com/2010/01/oracao.html


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  • REVELAÇÃO DOS DEZ PRINCÍPIOS DE DEUS PELO PAI

    FALA DEUS:

    Primeiro Princípio:
    Se me amais,
    Não o ensinareis a ninguém,
    Pois sabeis que não resido
    Senão no seio do homem.
    Não podeis testemunhar que existe
    Uma suprema bondade
    Se do próximo me isolais.

    Segundo Princípio:
    Não creias naquele que vos fale de mim
    E cuja intenção seria de vos converter.
    Se respeitais toda crença,
    E aquele que não a tem,
    Sabeis, apesar da vossa ignorância,
    Mais do que ele vos poderia dizer.

    Terceiro Princípio:
    Não podeis pregar a moral a ninguém,
    Isso seria provar
    Que não procedeis bem,
    Pois não se ensina a moral pela palavra,
    Mas, pelo exemplo.
    E não vendo o mal em nada.

    Quarto Princípio:
    Não digais jamais que fazeis a caridade
    A alguém que vos parece na miséria,
    Isso seria dar a entender
    Que sou descuidado, que não sou bom,
    Que sou um mau pai,
    Um avaro,
    Que deixa o seu rebento ter fome.
    Se agis para com vosso semelhante
    Como um verdadeiro irmão,
    Não fazei a caridade senão a vós mesmos,
    Deveis sabe-lo
    Pois, nada está bem se não é solidário
    Não fazeis para com ele
    Mais do que cumprir o vosso dever.

    Quinto Princípio:
    Esforçai-vos por amar aquele que credes ser
    Vosso inimigo;
    Não é senão para que aprendais a conhecer-vos
    Que eu o coloco no vosso caminho,
    Mas, vede o mal antes em vós que nele:
    Disso ele será o remédio soberano.

    Sexto Princípio:
    Quando quiserdes conhecer as causas
    Dos vossos sofrimentos,
    Que suportais sempre com razão,
    Vós a encontrareis na incompatibilidade
    Da inteligência com a consciência,
    Porque elas são à base dos termos de comparação.
    Não podeis experimentar o menor sofrimento
    Que nos seja para vos fazer notar
    Que a inteligência é oposta à consciência,
    Eis o que é preciso não ignorar.

    Sétimo Princípio:
    Esforçai-vos por vos compenetrar
    De que o menor sofrimento é devido à vossa
    Inteligência que quer sempre possuir mais;
    Ela se faz um pedestal da clemência,
    Querendo que tudo lhe seja subordinado.

    Oitavo Princípio:
    Não vos deixeis dominar pela vossa inteligência
    Que não procura senão elevar-seCada vez mais;
    Ela calca aos pés a consciência,
    Sustentando que é a matéria que dá
    As virtudes,
    Enquanto que ela não encerra senão a miséria
    Das almas que dizeisAbandonadas,
    Que agiram somente para agradar
    À própria inteligência
    Que as extraviou.

    Nono Princípio:
    Tudo que vos é útil, para o presente
    Como para o futuro,
    Se não duvidais de nada,
    Vos será dado por acréscimo.
    Cultivai-vos, lembrar-vos-eis do passado;
    Tereis a recordação
    Do que vos foi dito:
    Batei, eu vos abrirei;
    Eu estou no próprio conhecimento de vós mesmo.

    Décimo Princípio:
    Não penseis que fazeis sempre um bem
    Quando a um irmão levais assistência;
    Podereis fazer o contrário,
    Entravar o seu progresso.
    Sabeis que uma grande provação
    Será a vossa recompensa,
    Se o humilhais, impondo-lhe o respeito.
    Quando quiserdes agir,
    Não vos apoieis jamais na crença
    Porque ela vos poderia extraviar;
    Reportai-vos somente à vossa consciência,
    Que vos deve dirigir, ela não pode enganar-se.

    source : http://antoinismo.blogspot.com/


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